Agenda Institucional – AFBNB participa de fóruns em defesa dos Bancos Públicos e dos planos de autogestão

338

A diretoria da AFBNB cumpriu agenda intensa nessa semana, com atividades na capital federal e no estado do Piauí, com pautas relacionadas aos Bancos de desenvolvimento, demais instituições públicas e as resoluções da CGPAR que impactam nos planos de autogestão destas empresas.

Defesa dos Bancos Públicos

Os diretores José Carlos Aragão e os conselheiros Tércio Sobral e José do Egito representaram a AFBNB na reunião do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, em Brasília, na segunda-feira (27). Na pauta, a discussão de estratégias de mobilização contra o desmonte das estatais, como a inserção no debate eleitoral e a atuação do Comitê na audiência pública marcada para o dia 28 de setembro, convocada pelo Supremo Tribunal Federal. O objetivo da audiência é debater a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adi) 5624, de autoria da FENAE e da Contraf-CUT, que questiona pontos do Estatuto das Estatais. Uma decisão liminar concedida a essa ação proíbe a privatização de empresas estatais sem a aprovação do Legislativo. A AFBNB tem participado das reuniões do Comitê e se soma à luta em defesa das instituições públicas. Saiba mais em https://bit.ly/2N4SIvx.

Na quarta-feira (29), a Diretora-Presidente, Rita Josina, e o conselheiro fiscal José do Egito participaram em Teresina (PI) do evento  “Diálogos Capitais sobre o papel dos bancos públicos no desenvolvimento do Brasil”. O evento, promovido pela revista Carta Capital, abordou os temas fundamentais para o futuro do Brasil, seguido de debate com os participantes. Saiba mais em https://bit.ly/2N5Hk2k.

Defesa dos planos de autogestão

Na terça-feira (28), os diretores Rita Josina, José Carlos Cabral, Tércio Sobral e José do Egito representaram a AFBNB na Audiência Pública na Câmara dos Deputados que discutiu a resolução N° 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR). A resolução trata das diretrizes e parâmetros para o custeio das empresas estatais em relação aos benefícios de assistência à saúde aos empregados dessas instituições. Participaram também dirigentes de entidades representativas dos trabalhadores dos Correios, BNDES, BB, CAIXA, Petrobrás, além de parlamentares, gestores dos planos de saúde e outros interessados na matéria.

A Audiência debateu o projeto de decreto legislativo – PDC 956/2018, de autoria da Deputada Erika Kokay (PT-DF), que objetiva sustar a medida. No entendimento da deputada, que vai ao encontro do que fundamentam os dirigentes das entidades de trabalhadores, a exemplo da AFBNB, a resolução da CGPAR impõe um conjunto de medidas que apontam para a fragilização dos planos de saúde, e que podem comprometer a sustentabilidade e até mesma a sobrevivência das caixas médicas.

Como desdobramento do debate foram apontadas alguns encaminhamentos, a exemplo da publicação de uma Carta Aberta à sociedade com os impactos que a resolução 23 pode causar no Sistema Único  de Saúde (SUS), haja vista a tendência de aumento cada vez maior da demanda de beneficiários, e  um documento direcionado aos candidatos à Presidência da República para expor a importância da valorização dos planos de Autogestão, bem como elencar os constantes ataques aos benefícios e conquistas sociais da classe trabalhadora nos últimos anos. Mais informações sobre a audiência em https://bit.ly/2C2c4x7 e https://bit.ly/2Ny3KXd.

Gestão Unidade e Luta

A AFBNB firme, com resistência e autonomia.

1 COMENTÁRIO

  1. Prezados amigos diretores da AFBNB, meu comentário se faz jus a minha opinião, que independente de algumas divergências politicas AFBNB/SINDICATO, que se unifiquem em bem dos seus associados e do nosso bnb.No momento não podemos nos diferenciar em busca de um objetivo, fortalecer nossas Empresas Estatais.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Comentário
Seu nome