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  02/10/2012 

Revisão da Estrutura Organizacional do BNB: AFBNB entrega documento, cobra autonomia e transparência

Diretores conversam com coordenador e demais integrantes do GT de Revisão da Estrutura Organizacional (Fotos: Artur Pires/AFBNB)

Na tarde da última quinta-feira (27), a AFBNB se reuniu com o Grupo de Trabalho responsável pela reestruturação organizacional do BNB. A Associação foi representada pela presidenta Rita Josina e pelos diretores Adstoni Bezerra, Alci de Jesus e Dorisval de Lima. Pelo Banco, participaram os integrantes do GT João Nilton Martins (coordenador), Rita de Cássia e Rubens Soares, além do superintendente da Área de Gerenciamento Estratégico, José Maria Vilar.

Na oportunidade, a Associação entregou ofício com solicitação de prorrogação do prazo* de realização da pesquisa junto aos funcionários, tendo em vista o movimento paredista. Em seguida entregou um documento  com  demandas no que diz respeito à reestruturação do Banco, a partir das contribuições da própria Associação, dos funcionários e das resoluções das reuniões do Conselho de Representantes da AFBNB.

Rita Josina afirmou que a Direção Geral não está organizada adequadamente; possui muitos “remendos”, com espaços desnecessários e injustificáveis, além da existência de “disfunções”, o que tem acarretado processos com desdobramentos confusos, principalmente nas agências. Para a presidenta da AFBNB, o inchaço da Dirge não justifica o fato do Banco ter aberto recentemente concorrência apenas para a Direção Geral, pois isso “só aprofunda a falta de isonomia entre os funcionários”, quando se fecha oportunidades para o conjunto dos trabalhadores, sendo mais uma distorção em relação aos colegas de agência.

Para a AFBNB, o Banco apresenta hoje uma estrutura incompatível devido às conveniências políticas aplicadas ao longo de muito tempo para acomodar “amigos do rei” ou dos que deram origem a atual estrutura da Direção Geral. Em que pese se ver com “bons olhos" o Banco trabalhar esse processo de reestruturação organizacional, é importante que o GT observe estas questões para que não ocorram os mesmos erros do passado.

Assim, no bojo dessa reestruturação, faz-se de grande importância que se esteja pensando não apenas na Dirge, mas também na requalificação e redefinição do papel das agências, considerando todos os seus aspectos como pessoal, funções, estrutura e tecnologia. Ainda dentro desse processo, é preciso que haja formação e direcionamento para que os funcionários, especialmente as novas gerações, tenham a sensibilidade de entender o Banco como uma ferramenta necessária ao desenvolvimento de sua área de atuação, não o enxergando apenas como mais um instrumento do mercado.

Durante a reunião, o diretor Alci pontuou os seguintes questionamentos pertinentes a respeito do assunto: “A estrutura da Dirge está voltada para quê?”; “Essa proposta de reestruturação atende a que expectativa de Banco?” Para o diretor, é imprescindível a compreensão do real papel do Banco no aspecto do desenvolvimento para que a reestruturação organizacional seja levada a cabo sob essa ótica. “É preciso que se fortaleça  o papel do ETENE e da Área de Políticas e Desenvolvimento”. Essa compreensão da necessidade do BNB ter identidade de banco de desenvolvimento deve ser uma preocupação de todos, conforme asseverou. 

Vale destacar que no processo de interação com os funcionários nas diversas unidades do Banco, a AFBNB pode confirmar a expectativa e a necessidade de uma instituição fortalecida por meio da revisão da estrutura do Banco, a começar pela Direção Geral, de forma a garantir tanto a fluidez, como a racionalização e a segurança nos processos internos. No entanto, é imperiosa a autonomia do GT na realização e condução do presente estudo, o qual se espera estar focado tão somente no respeito e valorização dos funcionários, independente de sua unidade de lotação e no compromisso com a gestão pública pautada na ética.  

Com a palavra, o GT

De acordo com João Nilton, o GT está “totalmente disponível para ouvir as demandas dos funcionários” durante todo o processo de construção da proposta, que será entregue no dia 12 de novembro à Diretoria do Banco. O coordenador disse que tem se reunido com diversas áreas da Dirge e que o trabalho tem caminhado em paralelo ao planejamento estratégico da instituição. Para ele, as estruturas precisam ser “maleáveis” para que mudanças e reestruturações possam ser feitas.

Por sua vez, o superintendente de Gerenciamento Estratégico ressaltou a grande contribuição que a AFBNB tem prestado ao Banco, principalmente em relação ao fortalecimento da instituição. Para Vilar, é preciso estar atento à “complexidade e sensibilidade” que o trabalho do GT requer, posto que deve se pautar, primordialmente, pelo “respeito às pessoas”. De acordo com o superintendente, de um modo geral há uma percepção de que a Dirge está fragmentada e por isso o “GT tem total liberdade de fazer um trabalho técnico e, ao final, apontar as propostas que lhe parecerem cabíveis”.

*O Banco já enviou mensagem aos funcionários prorrogando o prazo até hoje (3). Assim solicitamos aos representantes que se organizem e encaminhem suas contrubuições para que possamos fazer a representação junto ao Grupo de Trabalho.

Fonte: AFBNB
Última atualização: 03/10/2012 às 10:11:45
 
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Comentários

Enviado por Anonimo em 03/10/2012 às 15:31:33
Nas agências todos os gerentes de negócios tem um gerente de suporte para auxiliá-lo, inclusive o gerente de recuperação de credito também. Esqueceram de colocar um auxiliar na área administrativa, que faz a parte financeira, logística e de pessoal. Gostaria que fosse revista esta situação nomeando pelo menos um funcionário para ser o facilitador de recursos humanos, já melhoraria bastante.
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