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Campanha Salarial 2016

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A greve no dia a dia

 

13/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 11h
12/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 15h
12/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 11h
09/09/2016    Bancos enrolam. Greve continua!
09/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 15h
09/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 10h
09/09/2016    Artigo: Greve e unificação das lutas
08/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 17h
08/09/2016    Opinião - Greve dos bancários: Em defesa das bandeiras gerais e específicas
08/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 14h
08/09/2016    Quadro de greve no BNB - atualizado às 11h
08/09/2016    Cartilha desmistifica problemas com a previdência no Brasil
06/09/2016    Quadro de greve - Atualizado às 17h

 

 

Campanha salarial/GREVE: solidariedade e resistência devem ser as palavras de ordem

A luta dos trabalhadores por melhores condições de vida e trabalho, sob a vanguarda das entidades representativas, acontece no dia a dia: ao não aceitarem determinadas posturas do patrão, ao questionarem metas incompatíveis com as condições de trabalho - seja de pessoal e de tecnologia, instalações etc; ao denunciarem às instâncias responsáveis arbitrariedades, ao não se conformarem com a realidade posta e acreditarem que é possível transformá-la. Mas é sem dúvida durante a campanha salarial que todas essas atitudes individuais e isoladas se canalizam em uma só voz, formam um coro; as demandas deixam de ser de um e outro e passam a ser de todos, coletivas.

Esse coro tanto mais será forte quanto maior for a solidariedade, a participação e a resistência dos indivíduos. Por isso, a greve desse ano - por todos os motivos pré-existentes, sendo agravada pela conjuntura política e econômica - requer de todo bancário e bancária compromisso e coragem, engajamento e determinação.
 
Os bancários são uma categoria sofrida, massacrada e humilhada pelos patrões, seja do setor privado, seja do setor público, submetida a todo tipo de pressão e ameaças, para o cumprimento de metas e a maximização dos resultados, em condições totalmente incompatíveis com os direitos e benefícios a que fazem jus, os quais são negados ano após ano. 
 
Na  presente campanha salarial, da mesma forma como tem sido historicamente, a AFBNB reafirma seu compromisso de luta, reiterando a necessidade de se cobrar medidas urgentes no sentido de se estabelecer os direitos gerais da classe, mas também específicos dos trabalhadores do BNB: Reposição das perdas salariais, recomposição do Plano de Cargos e Remuneração (PCR), isonomia de tratamento, dignidade previdenciária e de saúde, fim das práticas de dano e assédio moral, transparência nas concorrências, segurança, fim do trabalho gratuito, convocação dos aprovados em concurso, melhores condições de trabalho e de atendimento à sociedade, democracia no crédito, entre outras bandeiras que estão no centro do debate e do enfrentamento cotidiano da Associação.
 
A  greve foi deflagrada na semana passada, em assembleias realizadas por 140 sindicatos da categoria em todo o país. Outras assembleias estão ocorrendo no início dessa semana. Participe! Não fique de fora! Faça valer a sua voz! Acompanhe as informações de seu sindicato e da Associação e nos ajude a construir uma greve forte.
 
Bancários em greve
 
AFBNB está presente e apoia essa luta!
 
Gestão Autonomia e Luta

Artigo: Greve e unificação das lutas

O jornal cearense O Estado publicou hoje artigo do diretor de comunicação da AFBNB, Dorisval de Lima, sobre a greve dos bancários. Confira na íntegra abaixo:
 
A greve nacional dos bancários foi deflagrada em assembleias realizadas na semana passada e no último dia 5 por mais de 140 sindicatos da categoria em todo o país. O movimento paredista teve início no dia 6 de setembro, e pela força demonstrada no primeiro dia, com a tendência de ser intensificada a cada momento, já causou preocupação na classe patronal, haja vista o agendamento de negociação para a próxima sexta-feira (9/9). Esse fato expressa a necessidade do recrudescimento da greve para aumentar o poder de pressão na perspectiva da obtenção de conquistas.
 
Trata-se de uma categoria de trabalhadores, a exemplo das demais, como é peculiar no mundo do Capital, muito sofrida, humilhada, submetida a todo tipo de pressão, tanto do setor privado quanto do setor público, para o cumprimento de metas incompatíveis com as condições de trabalho e a maximização dos lucros. Práticas de dano e assédio moral, trabalho gratuito, insegurança, demissões injustas, falta de isonomia de tratamento, carência de pessoal, salário aviltado, adoecimento, entre muitos outros atos danosos são exemplos de uma triste realidade, que contrasta com a aparente tranquilidade e “ar de mordomia e privilégio”, mitos incutidos no imaginário da sociedade ao longo dos tempos.  
 
Os Bancos são o segmento da economia que mais lucram, sendo perfeitamente viável o atendimento das reivindicações. Além desse aspecto específico, é essencial a compreensão de que a greve se dá no contexto de um governo ilegítimo, autoritário, que conta com sujeitos envolvidos em denúncias e mais denúncias, e cujos atos já sinalizados apontam para o corte de direitos, benefícios e para o desmonte da legislação trabalhista (reformas trabalhista e previdenciária, por exemplo), bem como para a integral precarização do trabalho e ataques aos órgãos públicos, como é o caso dos Bancos Federais.
 
Neste contexto a greve dos bancários cumpre um papel importante, desde já, no enfrentamento a esse mal que está instaurado no país, na perspectiva da sua superação, sendo necessária também, neste intuito, a unificação das lutas do conjunto das categorias que estão em campanha salarial, como os trabalhadores da Petrobrás e dos Correios, por exemplo. A construção de uma saída para classe trabalhadora há de vir da sua própria organização e luta, e não dos agentes do caos, do passado e do presente. “Só a luta muda a vida”!
 
É um dever cívico e cidadão levantar as bandeiras específicas, mas também, e mais do que nunca, lutar pela defesa dos órgãos públicos, pela manutenção dos direitos e por mais conquistas para toda a classe trabalhadora. Nenhum direito a menos! União, solidariedade e resistência são palavras de ordem que a conjuntura impõe.  

 

Opinião - Greve dos bancários: Em defesa das bandeiras gerais e específicas

Por Dorisval de Lima*

A greve nacional dos bancários foi deflagrada em decorrência da negação patronal de uma série de reivindicações gerais da categoria, e também pela negação das pautas específicas dos trabalhadores em cada Banco. No Banco do Nordeste do Brasil (BNB), por exemplo, existe uma lista “quase quilométrica” de reivindicações, as quais vêm sendo adiadas ano após ano pelas sucessivas administrações do Banco. Apesar desse descaso os trabalhadores do Banco estão firmes e coesos na luta, não se intimidam, e por isso mesmo perseveram na cobrança.

Além das bandeiras de natureza econômica como a reposição das perdas salariais, comum a toda categoria consta também nas reivindicações específicas no BNB: recomposição do plano de cargos e remuneração (PCR), isonomia de tratamento, dignidade previdenciária/saúde, fim do trabalho gratuito e das práticas de dano e de assédio moral, convocação dos aprovados em concurso, reintegração de demitidos injustamente (e pasmem, ainda da época do governo FHC - gestão Byron Queirós), melhores condições de trabalho e de segurança, entre muitos outros itens igualmente importantes,  e que exigem resposta positiva.

É fundamental o engajamento de todos, com muita determinação e resistência, no sentido de se buscar cada vez mais a solidariedade de classe e assim fortalecer a greve para garantir conquistas. É necessário, pois, que a diretoria do BNB agende imediatamente negociação específica para tratar sobre as demandas dos seus funcionários.

Embora conste um elenco de reivindicações, algumas são urgentes, não sendo mais possível tolerar postergação, a exemplo da reformulação do PCR, sendo que, qualquer proposta que não contemple algo concreto neste sentido, não há como encerrar o movimento paredista. É esse o recado que deve ficar bem exposto em mesa de negociação com diretoria do Banco do Nordeste do Brasil. Não dá mais para esperar.

(*)  Dorisval de Lima é diretor de Comunicação e Cultura da AFBNB

 

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