Sem grandes definições no BNB

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O processo negocial começou sem muitas definições no Banco do Nordeste de Brasil (BNB). Na primeira reunião, realizada nesta quinta-feira (26/7), em Fortaleza (CE), a Comissão Nacional dos Funcionários reforçou a validade do Acordo Coletivo de Trabalho para todos os empregados e cobrou a assinatura de um pré-acordo garantindo a ultratividade do atual.

A CNFBNB manifestou também sua posição contrária ao aumento unilateral nas contribuições cobradas pela Camed aos associados. O banco ficou de analisar a possibilidade de prorrogação do prazo para o pagamento do retroativo do reajuste.

A representação dos bancários também cobrou a necessidade de mais participação na Caixa de Assistência dos Funcionários do BNB, mas a empresa disse que as pautas da Camed e Capef transitam pela Diretoria de Administração.

Os trabalhadores reforçaram ainda a necessidade de revisão do PCR (Plano de Carreira e Remuneração). Inclusive, em 2013, um projeto foi feito para avaliar o assunto. A instituição ficou de verificar o estudo, mas afirmou que a questão está acima da instância do banco.

Sobre novos concursos, a empresa disse que foi feito o possível para que os aprovados fossem convocados, mas que, mais uma vez, não dependia exclusivamente do BNB.

Em relação à concorrência, o banco informou que, dentro do possível, havia a possibilidade de revisão dos critérios e que tudo tem sido feito para deixá-la o mais transparente possível.

Os funcionários do BNB da Bahia e Sergipe foram representados na negociação pela diretora do Sindicato da Bahia Jeane Marques.

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