Derrotar a proposta dos patrões, principalmente pelo não atendimento das questões específicas. Esse deve ser o direcionamento que os trabalhadores bancários devem dar como rumo da campanha salarial. Isso porque, além da proposta – divulgada pelo comando de negociação como sendo a última dos patrões (bancos privados e públicos) para a celebração do acordo – não corresponder nem de longe ao que está sendo reivindicado pela categoria, em relação aos bancos públicos ainda não consta a menor sinalização de que as respectivas questões específicas estejam no radar da patronal. Dessa forma, não consta nada de essencial a respeito!
É fundamental que o movimento seja fortalecido na perspectiva de que a intransigência seja quebrada na integralidade, com o atendimento das questões específicas dos bancos (principalmente no setor público). É urgente recrudescer a luta, inclusive, sendo o caso, ir à GREVE, o que passa pela desaprovação do que está posto como proposta e pela reafirmação das bandeiras específicas reivindicadas pela base.
No BNB, por exemplo, pautas como a isonomia no plano de saúde (Camed plena para todas/os, independentemente da data de posse no Banco; custeio na proporção 70/30 conforme CGPAR 52/2024), atualização do PCR e Plano de Função (com medida concreta de imediato, sem mais postergação), política de solução ao endividamento, fim do assédio moral, revitalização do plano BD/Capef, melhores condições de trabalho, tecnologia adequada aos sistemas, equidade de gênero, transparência nos processos internos, dentre outras, sejam atendidas.
Dizer NÃO e construir a GREVE é a alternativa para a gravidade da situação.
Por respeito à classe trabalhadora!
Só a luta muda a vida!







