Com ultraliberalismo, salário mínimo não compra nada

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Todo mês as pessoas são surpreendidas no dia que vão fazer as compras no supermercado. O preço do açúcar, café, leite, pão não para de subir com a política ultraliberal do governo Bolsonaro. Os produtos compõem a alimentação básica do dia a dia da família brasileira, mas fica cada dia mais difícil encher o carrinho.

Em 11 capitais, houve aumento do custo médio da cesta básica em setembro. Os preços elevaram em todas em 12 meses, variando até 38,56%, como em Brasília, de acordo com o Dieese. A inflação oficial já está em torno de 10% ao ano.

Por conta disso, o trabalhador que ganha um salário mínimo líquido (já descontada a Previdência) gasta 56,53% da renda para comprar os alimentos básicos. Em agosto, os produtos comprometeram 55,93% do rendimento.

Ao invés de valorizar os brasileiros com salário digno com aumento real, Jair Bolsonaro faz a população penar. Hoje, o mínimo vigente é R$ 1.100,00, enquanto o valor ideal deveria ser R$ 5.657,66, cinco vezes maior. Com o que sobra depois de fazer o mercado, as famílias têm de se virar para pagar a conta de água, luz e ainda comprar o gás cada dia mais caro.

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