Escolaridade garante ocupação, mas não melhores empregos

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Entre 2014 e 2017, com a crise, o número de ocupados no Brasil caiu de 92,4 para 91,4 milhões (-1 milhão). No entanto, o movimento não afetou a todos os trabalhadores: quem perdeu postos de trabalho foram aqueles que têm escolaridade mais baixa. A ocupação cresceu para quem tem mais anos de estudo (Tabela 1).
O total de ocupados com até o fundamental completo diminuiu 4,8 milhões. Na contramão, o número de ocupados com ensino superior completo aumentou quase 2,2 milhões e o dos que tinham ensino médio incompleto ou completo, pouco mais de 1,5 milhão.

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