Firme na representação dos associados – a AFBNB reitera demandas à diretoria do Banco

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Na última sexta-feira (11) a AFBNB se reuniu com a diretoria da área de pessoal do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Na pauta, demandas dos trabalhadores do Banco no tocante a questões institucionais do Banco e de recursos humanos. Pela AFBNB participaram a Diretora-Presidente Rita Josina e os Diretores Dorisval de Lima e Assis Araújo. Pelo Banco, os diretores Haroldo Maia Júnior, Diretor de Administração; Marcos Marinelli, Superintendente de Desenvolvimento Humano e Daniel Holanda, Gerente do Ambiente de Gestão de Pessoas em exercício.
A AFBNB reiterou a agenda institucional permanente em defesa do BNB e seus instrumentos de crédito como imprescindíveis ao desenvolvimento. Pautou também problemas coletivos que afetam os funcionários, além de questões pontuais em relação aos mesmos. Assim, abordou sobre descomissionamentos de funcionários em decorrência de processos de avaliação, sobretudo em alguns casos que remetem à situação de casuísmo, conforme foi relatado; pontuou a necessidade de nomeação dos aprovados no concurso tendo em vista a atual carência de pessoal no BNB; situações que envolvem os processos de concorrência que em muitos casos provocam desmotivação nos funcionários; constantes reestruturações; protocolos COVID; endividamento; cobrança de Imposto de Renda sobre o Auxílio Creche mesmo tendo sentença favorável em ação impetrada pela AFBNB; casos de processos administrativos resultantes de situações em que o funcionário tenha feito a opção por emprego no banco (acúmulo de cargo de magistério e instituição pública); processo de avaliação Convergente e a preocupação com o programa de microcrédito diante da situação de indefinição que paira no momento.
A necessidade de enquadramento dos funcionários que desempenham a função de Caixa Executivo em processos de concorrência interna foi outra questão apresentada pela AFBNB. A entidade defende a inserção do Caixa na recente medida de alteração no plano de funções quanto a pecúnia, uma vez que se configura no menor valor de função pago na estrutura do Banco, em específico das agências.
A Associação também questionou o critério da concorrência interna denominado pontos-extras, específico de quem desempenha a função de Gerente de Relacionamento, considerando que o mesmo ocasiona desigualdade nos processos, uma vez que quem não ocupa a referida função não conta com o item citado e já parte em prévia desvantagem em relação aos que ocupam. Dessa forma a Associação reivindicou que seja desconsiderado esse critério.
Outra questão abordada foi a situação das agências no tocante às instalações físicas de algumas unidades, tanto em relação a desgastes/deterioração dos prédios, quanto em relação ao próprio espaço, desconfortável e incompatível com o acolhimento adequado de funcionários e clientes. Foram citados como exemplo os casos de Pinheiro e São Luís centro, ambas as unidades no Maranhão.
O clima organizacional e as notícias envolvendo o Banco e segmentos do meio político nos últimos tempos também esteve em pauta, ocasião em que os diretores pontuaram a postura da AFBNB sobre o tema e a preocupação da entidade com a repercussão negativa tanto para o nome do Banco quanto para seus empregados.
Para a AFBNB é imprescindível o diálogo com as diversas instâncias do Banco no sentido da melhoria dos processos internos e da valorização dos funcionários do Banco, além de um BNB mais forte contra os mais diversos ataques. “Mais do que apresentar problemas que nos chegam no âmbito coletivo e individual, esperamos que a gestão do Banco aperfeiçoe os processos internos, com transparência e equidade, ação fundamental para o fortalecimento do BNB como um todo”, avalia Rita Josina.

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