Medo faz profissionais tolerarem o assédio moral

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Grande parte dos profissionais que sofreram ou presenciaram algum tipo de assédio moral se omitiu por medo de demissão. De acordo com o pesquisa do IPRC (Instituto de Pesquisa do Risco Comportamental), o índice chega a 41%.

O levantamento, feito em 24 empresas brasileiras privadas, revela ainda que também é alta a taxa dos trabalhadores que escondem o assédio sexual e não denunciam, 37%.

O levantamento trabalhou com três frentes: assédio moral, assédio sexual e corporativismo. O último tema que se caracteriza em uso de poder para privilegiar o bem-estar de determinados grupos é suportado por 47% das pessoas. Para os entrevistados, a prática de “panelinhas” nas empresas causa desunião e distanciamento na equipe de trabalho.

Vale lembrar que o assédio moral é um conjunto de comportamentos que indicam uma imposição ao assediado, exercendo assim um domínio e subjugando a vontade da vítima. Já o assédio sexual se caracteriza no ato de constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, geralmente praticado de forma escondida, a fim que não se possa identificar o assediador.

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