Neste 8 de março, a luta das mulheres é pela sobrevivência e a valorização da vida

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Com a pandemia e os casos de covid-19 aumentando a cada dia, as mulheres não sairão às ruas neste 8 de março, mas manterão acesa a luta em defesa do emprego, do auxílio emergencial, da vacina para todos, da valorização do SUS e da vida.

A luta pela sobrevivência nunca foi tão árdua, a quarta revolução industrial gerou a substituição de mão de obra qualificada e especializada, fechando postos e precarizando as condições de trabalho. No Brasil, a situação se tornou ainda pior com a aprovação da reforma trabalhista e as sucessivas mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sempre para retirar diretos da classe trabalhadora. Como resultado, cresceu a informalidade e o desemprego.

As mulheres são as principais vítimas desta precarização, pois são maioria entre os trabalhadores informais e os desempregados. As negras sofrem ainda com a falta de oportunidades de ascensão profissional e ganham salários menores, mesmo desempenhando a mesma função.

A pandemia, causada pelo coronavírus (covid-19), tornou a situação das mulheres ainda mais dramática. Sem condições de manter as suas famílias, muitas se arriscam na volta ao trabalho e acabam morrendo pela doença. Muitas outras estão morrendo em seus lares, vítimas da violência doméstica e do machismo.

Está na hora de mudar a situação. Nas ruas ou nas redes sociais, as mulheres estarão sempre na luta para garantir os direitos conquistados às duras penas pelas gerações anteriores. Nem pandemia, nem o conservadorismo dos que estão hoje no governo federal poderão calar a voz das mulheres brasileiras.

A luta neste Dia Internacional da Mulher é pela vida e a sobrevivência com saúde.

Viva o 8 de março!

Fora Bolsonaro!

Diretoria de Gênero da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe

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