Previdência Social ajuda a reduzir as desigualdades

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Poderoso recurso para reduzir as desigualdades sociais e redistribuir renda, a Previdência Social brasileira, frequentemente ameaçada pelo governo Bolsonaro, é pública e obrigatória.

Dados do site da Secretaria da Previdência do Ministério da Economia mostram que, somente no ano passado, a Previdência pagou R$ 626 bilhões em benefícios de aposentadoria rural e urbana, pensão, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-maternidade e benefícios de assistência social a 35,6 milhões de pessoas, correspondente a 17% da população.

O valor pago em 2019 pela Previdência atinge cerca de 20% do PIB de inúmeros pequenos municípios das várias regiões. Em muitos casos, os benefícios pagos fazem girar o comércio, a produção e venda de alimentos, os serviços e a atividade econômica.

Nestas cidades menores e mais pobres, a Previdência atua na redução das desigualdades sociais. Através do pagamento de aposentadorias e os demais benefícios, o impacto na economia local é enorme, sendo que, se não houvesse a Seguridade Social, muitos dos municípios brasileiros teriam grande dificuldade para se manter, causando o êxodo de parte da população para as cidades grandes, aumentando o contingente da periferia, com péssimas condições de vida.

A ideia do governo federal em destruir a Previdência Social provocaria uma tragédia social de dimensões inimagináveis. Milhares de idosos ficariam sem aposentadoria, além de milhares de trabalhadores que ficariam desassistidos com a perda da seguridade.

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