Projeto que reduz juros do cartão reforça democracia

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A democracia não se faz apenas com eleições periódicas, por mais livres e secretas que sejam. A vivência democrática vai muito além e inclui, entre as prioridades, justiça social, bem estar para a população, diminuição da diferença entre os mais ricos e os mais pobres. Quer dizer, tudo que não combina com os lucros bilionários cada vez mais crescentes dos bancos.

É neste cenário que ganha grande importância para a democracia social, eleita nas urnas na eleição presidencial do ano passado, a redução dos juros escandalosos, em nível de agiotagem, cobrados pelo sistema financeiro no cartão de crédito. Óbvio que os grandes prejudicados são as camadas mais pobres da população, que acabam pagando caro pela usura dos bancos.

O rentismo, doença do ultraliberalismo, enfraquece a democracia, adoece e mata os trabalhadores, nega princípios básicos de civilidade. É brutal, inumano. Por isto mesmo, merece o repúdio e o combate de todos os setores da sociedade comprometidos com as liberdades, com a justiça, com o desenvolvimento da concepção de humanidade.

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