Seis anos de retrocessos da reforma trabalhista 

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A reforma trabalhista acaba de completar seis anos. Elaborada e aprovada pelo governo Temer, em 2017, a nova legislação dilapidou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e diminuiu o valor do trabalho no país. Uma prática perversa da nova face do ultraliberalismo pelo mundo.

A reforma trabalhista acaba de completar seis anos. Elaborada e aprovada pelo governo Temer, em 2017, a nova legislação dilapidou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e diminuiu o valor do trabalho no país. Uma prática perversa da nova face do ultraliberalismo pelo mundo.

Mas, no Brasil, a resistência persiste, especialmente nos tribunais. A medida ultraliberal não conseguiu silenciar os trabalhadores, que continuam a contestar os direitos negados na Justiça. Não à toa, a maioria das ações encaminhadas ao STF (Supremo Tribunal Federal) está vinculada ao direito trabalhista, mostra reportagem do Estadão.

Para se ter ideia, dos 6.148 processos recebidos pela Corte neste ano, 54% são trabalhistas. Em 2018 representavam 41%. A notícia boa é que os retrocessos impostos pela reforma estão sendo mitigados e os direitos garantidos. O próprio STF revisou diversos pontos da nova legislação desde 2017. Mas, os trabalhadores ainda enfrentam desafios e são “elo mais fraco”.

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