Três anos após reforma trabalhista, nada de emprego

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A reforma trabalhista, maior alteração nas leis trabalhistas desde a criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 1943, completa três anos nesta terça-feira (11/11) sem cumprir a principal promessa do então governo Temer: gerar muitos empregos.

Antes da reforma, o Brasil tinha 12,7 milhões de desempregados. Hoje são 14 milhões nesta situação. Ao invés de gerar emprego de carteira assinada, o que aconteceu foi o aumento do trabalho autônomo, intermitente, temporário e terceirizado.

A reforma trabalhista trouxe diversos prejuízos para os trabalhadores, a exemplo da predominância do negociado sobre o legislado; flexibilização da jornada, fragilização dos sindicatos, alteração do tempo mínimo de horário de almoço, que passou de uma hora para 30 minutos, além da possibilidade de o empregado pagar os custos de ações judiciais perdidas na Justiça do Trabalho.

De 2017 para cá, as coisas não melhoraram muito para o trabalhador. O governo Bolsonaro tem feito diversos ataques à classe trabalhadora, com retirada de direitos e precarização das relações de trabalho. A situação só não é ainda pior por conta da mobilização dos movimentos sindical e social.

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