Alheios à crise, os bancos aumentam os juros

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O ultraliberalismo aprofundado pelo governo Bolsonaro é uma verdadeira tragédia para o cidadão, que precisa lidar com o desemprego, a disparada nos preços dos alimentos e de itens básicos de sobrevivência, como o gás de cozinha que teve reajuste de quase 30% desde o início do ano, a fome, e com os juros extorsivos cobrados pelos bancos. 

As organizações financeiras promovem uma verdadeira devassa nas contas dos cidadãos. Com o custo de vida cada dia mais alto, milhões de pessoas acabam recorrendo a empréstimos e ao cheque especial para pagar as despesas do mês. Os bancos se aproveitam para assaltar o cliente. O cheque especial, por exemplo, subiu para 124,9% ao ano em agosto deste ano.

Já a taxa média de juros no crédito livre saiu de 28,9% ao ano em julho para 29,9% ao ano em agosto. Para pessoas físicas, o juro médio no crédito livre saiu de 39,8% para 40,9%. Para as pessoas jurídicas, de 15,5% para 16,2%.

Sem condições de pagar tudo, os brasileiros precisam escolher entre comer ou quitar os empréstimos com os bancos. Não é à toa que o endividamento das famílias continua a crescer e bater recorde. O percentual chegou a 59,9% em junho, de acordo com o Banco Central.

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