Contra proposta fraca, o recrudescimento da GREVE FORTE!

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Após 14 dias do início da greve nacional e unificada dos bancários, período em que se mantiveram em silêncio absoluto, fingido não estarem sentindo os efeitos do movimento paredista – que já nasceu forte e só cresce a cada dia – os patrões dos bancos privados e públicos (banqueiros e Governo) sinalizaram uma negociação para ontem (dia 20).


A quebra do silêncio e o retorno das negociações geraram expectativa de solução nos trabalhadores, que esperavam a apresentação de uma proposta digna. Tal solução só poderia partir dos patrões, haja vista os mesmos serem os culpados pela greve!  Ocorre que, não muito diferente da migalha anterior (5,5%), o que foi apresentado foi outra proposta também miserável de 7,5% de reposição salarial.


A proposta – que continua rebaixada – é um desrespeito com aqueles que são a força motriz de qualquer instituição e que, no caso específico dos bancos, rendem aos cofres cifras estratosféricas com suor, dedicação, trabalho levado a sério, dia a dia!


A resposta dos trabalhadores não poderia ser outra que não fosse a rejeição, o que de fato ocorreu, estando mantida a  greve. Assim, diante de mais esse insulto e contra essa proposta fraca, só resta aos trabalhadores se manterem unidos, firmes e mobilizados para assim quebrarem em definitivo a empáfia e intransigência patronal. A ordem é o recrudescimento da GREVE!


A seriedade em apresentar proposta digna deve prevalecer também quando se tratar das questões específicas, que no caso do BNB se acumulam e na medida em que o tempo passa se agravam: isonomia de tratamento, Plano de Cargos e Remuneração, reintegração dos demitidos, convocação dos aprovados em concursos e novos concursos, dignidade previdenciária e de saúde, contemplando o retorno dos genitores ao  plano natural da Camed, além das demandas relacionadas à valorização dos trabalhadores.


Contra proposta fraca, greve forte!


Source: Notícias – 500

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