Lucro do BNB – mérito de mãos, mentes e corações dedicados

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Os cadernos de economia dos jornais de hoje (16/2) estampam o crescimento significativo do lucro líquido do Banco do Nordeste do Brasil: R$ 732,1 milhões em 2016, superando em 139,5% o resultado de 2015. Milhões de pessoas atendidas nos programas de microcrédito – urbano e rural; bilhões aplicados com recursos do FNE em toda a área de atuação do Banco. Sem dúvida, motivos de regozijo e orgulho para cada um dos trabalhadores que, com suas mentes, mãos e corações se dedicam diariamente à missão do BNB, aos direcionamentos da gestão, sendo estes os principais construtores do resultado.


Mesmo muitas vezes trabalhando em condições adversas, em unidades sem infraestrutura adequada, com equipes reduzidas haja vista a flagrante carência de pessoal, fora do horário e com inúmeras incertezas com relação à instituição, esses homens e mulheres se dedicam e se esforçam em nome do Banco. Nada mais justo que sejam reconhecidos diariamente, respeitados, valorizados… Isso se dá de diversas formas: na transparência das informações, no trato isonômico, na garantia de todos os direitos e no reconhecimento da necessidade de ampliação destes, no estabelecimento de um plano de cargos justo, em condições que permitam uma aposentadoria digna.


Um aspecto que chama a atenção em uma das matérias é a informação dada pelo BNB de que “o BNDES, que é o grande banco de desenvolvimento do País, caiu em 61% seu desembolso para o Nordeste. É aí que nós mostramos a importância do BNB”. Ora, quem preencheria esse espaço se não o BNB, por natureza um banco de desenvolvimento? Mas como fazê-lo adequadamente reduzindo sua capilaridade? Fechando agências? Reduzindo funções ou adotando medidas restritivas? Como expandir sua atuação estimulando a redução do quadro de pessoal sem uma política de reposição de mão de obra? Para a AFBNB, a implementação de uma política de superação e de cumprimento da missão requer um direcionamento estratégico diferente do que está posto, que é de redução, injustificadamente.


O BNB já contribuiu e ainda tem muito a contribuir para o desenvolvimento das potencialidades da região. Sua história e finalidade para a qual foi criado vão muito além de cifras; devem ser calculadas a partir dos impactos sociais, das políticas públicas implementadas, das transformações positivas trazidas a partir de sua ação nos territórios, em toda a área de atuação.


O momento é de alegria, sim, e de comemoração. Mas é, sobretudo, de reflexão sobre o verdadeiro papel do BNB e a necessidade de seu fortalecimento enquanto importante fomentador de políticas desenvolvimentistas para a região e, consequentemente, para o país.


Parabéns a todos os que fazem o BNB pelo resultado positivo, fruto do suor de seu trabalho!

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