Novas regras golpeiam trabalhador

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A aprovação da reforma trabalhista, sancionada pelo presidente Michel Temer, vai atingir cerca de 48 milhões de trabalhadores que já possuem contratos formais de trabalho.


 


Entre as alterações possíveis estão bancos de horas, parcelamento de férias, jornada de trabalho, negociação dos intervalos para amamentação e demissão de comum acordo com o patrão.


 


Sem dúvidas, com a flexibilização da lei o empregador se beneficia e se o empregado não concordar, a demissão será iminente. Tem mais. Caso ocorra a demissão, o empregado terá de negociar sozinho, sem apoio de sindicato. Ou seja, o foco é realmente fragilizar o trabalhador.


 


Outro ponto que muda é a redução da porcentagem da multa do FGTS, de 40% para 20%. O aviso prévio será de 15 dias e o trabalhador terá direito a 80% do Fundo, porém, não receberá o seguro-desemprego.


 


É o Congresso ultraconservador a favor de meia dúzia de empresários e contra os interesses milhões de trabalhadores.


Source: SAIU NA IMPRENSA – 300

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