População apoia a luta contra o fechamento de agências

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SEEB-MA e AEBA promovem forte campanha para impedir o fechamento do BASA em Santa Inês e Pinheiro.

O SEEB-MA e a AEBA têm promovido uma forte campanha para impedir que a direção do Banco da Amazônia feche as agências de Santa Inês e Pinheiro no interior do Maranhão. A cada dia, a luta ganha mais adeptos e o apoio da população dessas cidades, que exige do Governo Bolsonaro a manutenção das unidades em pleno funcionamento.

“Afinal, milhares de aposentados e pensionistas dependem dessas agências para o recebimento de seus benefícios. Sem falar que o banco exerce um papel fundamental na concessão de crédito aos comerciantes e pequenos agricultores da região, sendo indispensável para o desenvolvimento econômico-social do Estado” – afirmou o diretor do SEEB-MA, Arnaldo Marques.

Vale ressaltar que a campanha do Sindicato e da AEBA em defesa do BASA inclui publicações em todas as redes sociais, realização de lives, entrevistas em rádios e emissoras de TV, bem como o contato direto com todos os parlamentares maranhenses, setores da sociedade civil, órgãos e entidades como a OAB, o SEBRAE, a Câmara dos Dirigentes Lojistas e as Câmaras Municipais de Pinheiro e Santa Inês.

“Felizmente, a grande maioria dos políticos e das autoridades tem tomado medidas em apoio ao Sindicato, aos bancários do BASA e à população, criticando a decisão do Governo Bolsonaro de acabar com o Banco da Amazônia no Maranhão” – informou Arnaldo.

Ação Popular

Além disso, a pedido do SEEB-MA, o deputado estadual Roberto Costa ajuizou uma ação popular, a fim de barrar o fechamento das agências de Pinheiro e Santa Inês, em razão dos prejuízos que essa decisão unilateral do BASA ocasionaria na vida da população e na economia maranhense.

“Não mediremos esforços para evitar mais esse ataque do Governo Federal, que só pensa em desmontar os bancos públicos para beneficiar os bancos privados, que só pensam no lucro e não tem compromisso social. Em defesa do BASA, da sociedade, dos pequenos agricultores e dos comerciantes do Estado: vamos à luta” – finalizou o diretor.

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