31 anos da AFBNB: Confira artigo publicado no Jornal O Estado nesta sexta, 3

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Neste sábado, a AFBNB celebra seus 31 anos. A data, que simboliza o início de uma luta mais contudente em prol dos funcionários do BNB, bem como do fortalecimento do Banco e região nordeste, foi tema de artigo da diretora-presidente da entidade, Rita Josina, publicado no Jornal O Estado (Fortaleza). Ele pode ser acessado neste link


Confira a íntegra


A Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (AFBNB) completa amanhã, 4 de fevereiro, 31 anos de fundação. Criada no período da redemocratização brasileira, a Associação desde seu nascedouro dedicou-se a contribuir para o desenvolvimento do Nordeste, por meio do fortalecimento do Banco do Nordeste do Brasil e da valorização dos trabalhadores desse Banco, que por sua vez atuam como operadores da política desenvolvimentista da região.


 


Fazendo uma rápida retrospectiva, a AFBNB tem muito do que se orgulhar: a começar pelo protagonismo na mobilização que culminou com a inclusão dos Fundos Constitucionais – FNE, FNO e FCO – na Constituição de 1988. Essa sem dúvida foi a primeira grande vitória da entidade, que repercute ainda hoje.


 


De lá para cá foram inúmeras conquistas no âmbito da missão para a qual foi criada, sempre construídas sobre princípios de transparência e participação: inclusão do BNB no Conselho Deliberativo da SUDENE; aumento do capital social do Banco; redução das taxas de juros do FNE dentre outras que impactam diretamente na vida institucional do Banco do Nordeste e consequentemente na de seus funcionários.


 


Mas nesse período também enfrentamos desafios, muitos deles ainda não superados, apesar de todo o esforço empreendido. Demandas internas que se arrastam há anos; processos que deveriam ser melhorados e não o foram adequadamente por parte das gestões que se sucederam à frente do BNB; ataques ao Banco – como o encerramento das atividades das agências extrarregionais e mais recentemente o anúncio de fechamento de 19 unidades.


 


Os desafios ainda postos – e muitos que certamente virão – analisados à luz da história da AFBNB nos levam a refletir o quanto devemos nos reinventar, enquanto entidade representativa dos trabalhadores. A luta permanece a mesma, mas as formas de enfrentá-la devem ser reelaboradas a partir, sobretudo da participação efetiva da base que representamos, ou seja, os trabalhadores. É nisso que acreditamos: no engajamento, na participação, na construção coletiva de saídas para os problemas, na solidariedade de classe e na transformação social.


 


Sobretudo no atual momento do país, em que as instituições passam por uma crise de legitimidade, a AFBNB vem reafirmar sua missão e reafirmar-se enquanto entidade de classe, aberta ao diálogo, respeitando as diferenças, mas sem retroceder jamais na sua autonomia e na certeza de que só a luta muda a vida. Vida longa à AFBNB!


 


Rita Josina


Presidenta Da  AFBNB


 

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