Bancos precisam zelar pela saúde de bancários e clientes

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Os casos de covid-19 vêm aumentando assustadoramente no Brasil. Segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), foram 228.954 casos registrados nesta quinta-feira (27/1), com o registro 672 óbitos em 24 horas, o maior número desde setembro de 2021.

Nos bancos, a situação não é diferente, todos os dias centenas de bancários testam positivo para covid-19, mas, não sem antes, entrarem em contato com colegas e clientes, aumentando os casos da doença e a sobrecarga para quem segue trabalhando.

A situação poderia ser amenizada, caso os bancos adotassem medidas mais eficazes contra a propagação do vírus no ambiente do trabalho, como a volta do home office, o aumento do espaço entre os funcionários, o contingenciamento do acesso às agências e o afastamento imediato de casos suspeitos de covid e de todos aqueles com quem tiveram contato.

Estas são algumas das principais reivindicações que o movimento sindical tem levado aos bancos neste início de ano. As entidades sugerem também a testagem periódica dos bancários, higienização constante e eficaz dos locais de trabalho, além de ampla distribuição de máscaras N95 e PFF2, a disponibilização de álcool gel em abundância e a uniformização dos protocolos de sanitização dos locais com casos confirmados.

Estas são medidas perfeitamente possíveis de serem adotadas pelos bancos, que gastam milhões em propaganda para tentar passar a ideia de responsabilidade social, mas, no dia a dia colocam a busca pelo lucro acima da saúde daqueles que são responsáveis pelo seu funcionamento e faturamento. Neste caso, bancários e clientes. A situação precisa mudar!

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