Cesta básica cara dificulta a vida do brasileiro

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O Brasil viveu quatro anos de dureza. O ultraliberalismo imposto à população deixa marcas profundas. Além do aumento considerável da fome, mais de 33 milhões de pessoas não têm o que comer, o preço dos alimentos disparou nas prateleiras do supermercado. Estudo do Dieese revela que o aumento chegou a 48,3% em três anos.

O Brasil viveu quatro anos de dureza. O ultraliberalismo imposto à população deixa marcas profundas. Além do aumento considerável da fome, mais de 33 milhões de pessoas não têm o que comer, o preço dos alimentos disparou nas prateleiras do supermercado.

Em 2022 o valor da cesta básica aumentou nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). O levantamento revela que o aumento chegou a 48,3% em três anos. Em valores, saiu de R$ 482,40 em fevereiro de 2019, para R$ 715,65 no mesmo mês de 2022.

Além disso, segundo o Dieese, para uma família de quatro pessoas se manter com o básico, o salário mínimo deveria ser de R$ 6.647,63 em 2022. O valor é 5,48 vezes maior do que o atual (R$ 1.302,00). Os dados mostram que as famílias não vivem de forma digna, mas sobrevivem do jeito que é possível.

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