Maioria dos brasileiros sonha com carteira assinada

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Ao longo de quatro anos, o governo Bolsonaro aprofundou a reforma trabalhista, com a retirada de direitos e a precarização das relações de trabalho. Hoje, sem carteira assinada, milhões de trabalhadores têm de se virar para conseguir sobreviver. A maioria (70%), no entanto, sonha em conseguir um emprego formal.

Entre os que têm carteira assinada, quase um terço estão insatisfeitos com a baixa remuneração, consequência do arrocho imposto pelo ultraliberalismo desde o golpe jurídico-midiático-parlamentar. Os dados são da FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas).

Só que a vontade de trabalhar de carteira assinada é justamente pela previsibilidade do rendimento no fim do mês. Quem trabalha por conta própria (cerca de 25 milhões de pessoas) tem muita insegurança de renda e não tem benefícios.

Pesquisadores apontam que para os trabalhadores se sentirem mais satisfeitos, é necessário que haja avanço econômico no país. O Brasil precisa ter evolução no mercado de trabalho e, consequentemente, na renda. Desafios a serem enfrentados a partir de 2023 pelo novo governo Lula.

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