Protestos por respeito aos empregados da Caixa

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Com protestos presenciais e virtuais, nesta sexta-feira (11/12), os empregados da Caixa chamam atenção contra a reestruturação promovida pelo banco. Até o fim do dia, as hastags #MexeuComACaixaMexeuComOBrasil #MaisContrataçõesMenosFilas #CaixaRespeiteOEmpregado devem ser usadas para denunciar a gestão da empresa.

Os trabalhadores se uniram com o movimento sindical e toda sociedade para cobrar respeito à direção da empresa, defender a Caixa 100% pública e contra o desmonte. Os bancários estão sendo transferidos para outras unidades sem aviso prévio e as mudanças atingem, principalmente, aposentados e incorporados. Um processo discriminatório.

A reestruturação realiza o processo de despejo nas gerências Executivas de Governo (Gigov) e gerências Executivas de Habitação (Gihab). As áreas são responsáveis pelo planejamento urbano dos municípios. Como resultado da falta de planejamento do governo Bolsonaro e da direção da Caixa, as políticas públicas podem não ter o mesmo alcance nos municípios e para a população.
Contratações
Os atos ainda cobram mais contratações na Caixa. O fatiamento do banco acabou com a redução do quadro de pessoal. Em janeiro de 2015, eram 101.484 empregados e agora 84.320. Mas, as contas de clientes PF e PJ aumentaram, passando de 70,3 milhões para 128 milhões entre 2014 e 2020. Alta de 82,11%.

As entidades representativas organizaram um abaixo-assinado no intuito de cobrar as contratações dos aprovados no concurso público e diminuir a sobrecarga de trabalho nas agências. Basta acessar https://bit.ly/33gCo1M e assinar.

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