Temer ignora as dívidas dos bancos

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A cada dia fica mais explícito que a agenda neoliberal de Michel Temer só favorece aos bancos e ao grande empresariado brasileiro. Exemplo claro é a dita reforma da Previdência, que tem como desculpa para derrubar direitos o falacioso rombo de R$ 149 bilhões no setor previdenciário.


Embora queira aumentar para 65 anos a idade mínima para todos se aposentarem, inclusive homens, mulheres, trabalhadores do campo e da cidade, e o tempo de contribuição de 49 anos para receber o benefício integral, Michel Temer ignora as dívidas estratosféricas com o empresariado, que chegam aos R$ 426 bilhões, e com os bancos, que somam mais de R$ 1,3 bilhão entre os cinco maiores do país (Caixa, BB, Bradesco, Itaú e Santander). 


O levantamento da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional mostra que os valores correspondem a quase três vezes do déficit alegado pelo governo neoliberal. A seletividade na cobrança é gritante. 


Entre os devedores do setor financeiro, os bancos privados, que ganham milhões com os planos privados de previdência, devem R$ 465 milhões (Bradesco), R$ 89 milhões (Itaú) e R$ 80 milhões (Santander) à Previdência Social. Caixa e Banco do Brasil fecham a conta, com dívidas que alcançam os R$ 550 milhões e R$ 208 milhões, respectivamente. 


Source: SAIU NA IMPRENSA – 500

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