Dano da reforma trabalhista para o cidadão

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As empresas estão fazendo a festa com a nova legislação trabalhista. Como a nefasta lei não exige mais a homologação da rescisão contratual no sindicato da categoria, os empresários demitem e apresentam as contas que eles próprios fazem, sem uma conferência à altura. 


No setor bancário, o Itaú, que apoiou o golpe de 2016, ameaça não fazer as homologações no sindicato. Os trabalhadores do banco sofrem com as medidas neoliberais que favorecem apenas o mercado. 


A nova legislação trabalhista desvaloriza o trabalhador, como a troca de horas extras por banco de horas, intervalo de almoço de apenas 30 minutos, a jornada intermitente e as longas horas de trabalho em locais insalubres. O Santander também tenta impor aos funcionários os abusos gerados pela reforma. A resistência da categoria é necessária para impedir os retrocessos. 


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