Fim da exclusividade do penhor na Caixa é desmonte 

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A aprovação do fim do monopólio do penhor na Caixa é um verdadeiro desmonte de patrimônio público. O movimento sindical é contra o fim da exclusividade da atividade no banco público, que faz parte do trecho do Projeto de Lei 4.188/21, de autoria do Executivo, que institui o marco legal para o uso de garantias destinadas à obtenção de crédito no país.

Ataque direto ao papel social da Caixa. Prova disso é que as operações de penhor encerraram o ano com saldo de R$ 2,04 bilhões na carteira de crédito do banco, de acordo com o Relatório Integrado da Caixa de 2021. O saldo das operações de penhor em 2020 foi de R$ 1,82 bilhão (2,5% da carteira de crédito comercial para pessoas físicas). Houve alta de 12,1% no saldo das operações entre 2020 e 2021.

O penhor é um modelo de empréstimo mediante garantias em bens de valor.  O fim do monopólio na Caixa é visível prejudica diretamente os mais pobres é mais um passo para a privatização da estatal. No único banco 100% público do país, os empregados são habilitados para exercer com exatidão a função sem prejudicar a população.

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