1º de maio marca a força da classe trabalhadora

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Trabalhadores de diversos países marcharam neste 1º de maio para demonstrar sua força de mobilização por direitos e melhores condições de vida. As manifestações mostram um mundo em ebulição, o descontentamento da classe trabalhadora e a importância da organização e das lutas para as conquistas.

No Brasil, centrais sindicais, sindicatos e categorias de trabalhadores estiveram presentes para reafirmar a importância da data. As principais bandeiras destacaram a luta por emprego, renda, direitos e democracia. Alguns movimentos sociais ainda pediram a revisão da reforma trabalhista, previdenciária e o respeito à democracia.

O mesmo ocorreu em países vizinhos como a Argentina. Lá, integrantes de grupos como a “Unión de Trabajadores de la Economía Popular”, o “Movimiento Evita”, a “Corriente Clasista Combativa (CCC”), a “Frente Milagro Sala”, “Barrios de Pie” e a “Frente Patria Grande” se reuniram na Avenida de Mayo caminhando até a Casa Rosada (sede do Governo). Dentre algumas das reivindicações destacou-se o pedido da retirada do FMI do país.

Na Bolívia ocorreu a “Gran Marcha en la ciudad de La Paz”, conduzida pela Central Obrera Boliviana (COB), cobrando a industrialização do país. No Chile, os sindicatos exigiram reformas fiscais, previdenciárias e contra a precarização do trabalho.

Em Caracas, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), as centrais de trabalhadores e organizações sociais realizaram eventos na capital do país. Os trabalhadores reivindicaram medidas voltadas para a melhoria de renda, moradia, empregos e defenderam a importância da soberania do país.

Na França, uma grande mobilização contra a reforma da Previdência levou milhares de trabalhadores às ruas. Em outros países da Europa, as manifestações clamaram por justiça social, melhores condições de emprego e salários.

Veja nota da AFBNB sobre o tema.

Viva o 1° de Maio!

Imagem de capa: @RedPatriaNueva

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